É Dreda Ser Angolano

sábado, fevereiro 19, 2011 0 comentários

















Autor: Varios Artistas
Titulo:  É Dreda Ser Angolano
Duração:
Data de Lançamento: 
Género: Hip Hop/Rap, Kuduro
Edição e Publicação: Rádio Fazuma, p2007
URL: www.myspace.com/edredaserangolano
www.myspace.com/uhufazmissofilmes
www.radiofazuma.com

Faixas:

01 Conductor
Kandongueiro

02 Keita Mayanda com MCK
Jimona Dya Ixi

03 Phay Grand
Pão Burro

04 Conjunto Ngonguenha
É Dreda Ser Angolano

05 MCK
Atrás Do Prejuízo

06 Coca O FSM
Angolywood

07 Leonardo Wawuti
Quem Te Mandou

08 Keita Mayanda
Musica Pro Sol Que Nasce

09 Conductor
Nós E Vocês

10 Ikonoklasta
A Nossa Costelinha Nómada

11 Das Primeiro
Liberdade

12 MCK
O Silêncio Também Fala

13 Ikonoklasta
Patentes Que Falam

14 Faixa bónus
[Interlúdio].

15 Os Turbantes
De Faia


A música do pós-guerra deste país que é Angola

Info: Um dia passado na Luanda no pós guerra, viajando de Kandongueiro e sintonizados numa nova rádio: “Feita por gente, com gente e para toda a gente.” Com participações de Conjunto Ngonguenha, Mck, Shunoz, Sbem, Fridolim, Turbantu, Afro e Laranja, entre muitos. Tudo começou com o disco “Ngonguenhação” do Conjunto Ngonguenha. Um CD recebido pelo correio vindo da Matarroa. Ao som do disco começa a ver-se Luanda a abanar as ancas com os ritmos, as gargalhadas, as histórias. Tocou duas vezes seguidas no leitor e hoje em dia já nem toca. Está gasto. Sente-se que era um dos melhores discos que já se tinha ouvido e que, mais do que boa música, era um documento que retratava Angola. E Angola precisa de ser retratada e mostrada ao mundo.

“É Dreda ser Angolano”, de Fazuma, é um documentário que em 2008 venceu o Prémio Melhor Documentário do Festival Internacional de Vídeo Musical – ViMus, que decorreu na Póvoa de Varzim.
É Dreda Ser Angolano” – Vários Artistas (Rádio Fazuma, 2007)

É dreda ser angolano; este é o lema:
(…) Tudo começou com o disco “Ngonguenhação” do Conjunto Ngonguenha. (…)Escutámos ele e começámos a ver Luanda, a abanar as ancas com os bitis, a mandar gargalhada com as historinhas e, de vez em quando, levando aquele murro no estômago. (…)Logo no momento sentimos que era dos melhores discos que já tínhamos ouvido e que, mais do que boa música, era um documento que retratava Angola. E Angola precisa de ser retratada e mostrada ao mundo, né? (1)

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